CONSAGRAÇÃO DIÁRIA

CONSAGRAÇÃO DIÁRIA


Virgem Imaculada! Minha Mãe Maria Santíssima! Eu renovo, hoje e sempre, a consagração a Ti de todo o meu ser, para que disponhas de mim para o bem de todos. Somente te peço que eu possa, minha Rainha e Mãe da Igreja, cooperar fielmente com a missão de construir o Reino do teu Filho Jesus no mundo. Por isso, te ofereço minhas orações, meus sacrifícios e minhas ações.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós e por todos quantos a Vós não recorrem, de modo especial pelos inimigos da Santa Igreja e por aqueles que a Vós estão recomendados.


INTENÇÃO PARA O MÊS DE NOVEMBRO/2026:

Para que todos os cristãos saibam expressar sua esperança, a partir experiência do perdão recebido e concedido".

25 março 2011

O Mílite de março

A edição 242 da revista O Mílite traz um artigo do frei Luís Faccenda intitulado "Jesus e a Mulher" no qual aborda sobre a mulher apresentada em João 4, 6-7. Ele aproveita para fazer um homenagem às mulheres que sempre estão prontas a ajudar: seja mãe, irmã ou até mesmo namorada, noiva ou esposa. Padre Fernando apresenta os Livros das Crônicas. Padre Júlio Caprani apresenta os "Rostos" de Maria na América Latina. Udemia Carvalho fala sobre a liberdade religiosa. Everenice Schiavon Ara fala como é Anunciar o Evangelho Pelas Ondas do Rádio. Tatiane Carvalho mostra que os meios de comunicação podem (e devem) se unir para evangelizar. Ermelinda Sergolini fala sobre a missão em Cochabamba [Bolívia]. Padre Alessandro Pronzato apresenta sua coluna sobre ladainha, com o título: Encontro Entre Miséria e Misericórdia. Frei Sebastião fala sobre A Espiritualidade do Mílite. Jorge Lorente utilizando-se da passagem bíblica do Bom Pastor [João 10, 11-12] fala sobre o bom exemplo que deve ser dado pelo coordenador de pastoral. Thaís Ferreira da Veiga fala sobre a Campanha da Fraternidade 2011. Fládima Christofari comemora os seis anos da Rádio Imaculada Conceição 580 AM de Campo Grande. Guilhermme Demarchi mostra O Diálogo Entre a Fé e a Política. Padre Luís Quevedo fala sobre Os Cristãos Perseguidos ou discriminados por causa do Evangelho. Humberto Domingos Pastore comenta o filme Aparecida - O Milagre. Paulo José Schiavon Ara aproveita o tema da Campanha da Fraternidade 2011 para falar sobre sustentabilidade. Frei Patrício Sciadini alerta que a Família Não é um Partido Político. Frei Angélico mostra para a criançada como funciona uma usina de reciclagem. Destaca-se a capa revista que reproduz a capa da Campanha da Fraternidade 2011 com seu lema: "A Criação Geme em Dores de Parto" tirado de Romanos 8,22. Portanto, agora é só ler, saborear, aproveitar e divulgar.

23 fevereiro 2011

Cavaleiro de março


A edição número 371 referente ao mês de março da revista Cavaleiro da Imaculada traz um artigo intitulado "Onde Estão os Catequistas" no qual aborda a carência de catequistas devido a vários motivos como mudança de endereço ou desânimo. Em comemoração aos 70 anos do martírio de são Maximiliano, o artigo “Uma Voz de Esperança” continua tratando da vida deste santo fundador da revista Cavaleiro da Imaculada. Os Escritos de são Maximiliano número 1116 tem como título "A Guilhotina e a Procura da Felicidade". Há um especial com um trecho de um pronunciamento do papa Bento XVI sobre o primeiro grande discurso de Jesus ao povo ao redor do lago da Galileia sobre as bem-aventuranças. A seção Faces de Maria apresenta Nossa Senhora de Avioth. A seção Espiritualidade é sobre a cura do cego de nascença cuja doença era vista como um pecado dele ou de seus pais. Os Estudos Marianos falam da “Presença de Maria na Patrística”. Rezando com a Imaculada apresenta um encontro sobre a Natureza. Nas Grandes Figuras Humanas da Bíblia é analisada quarta parte da história de "Rute, a moabita, bisavó de Davi". A seção Alô Jovem revela que "Cuidar da Natureza é Amar a Vida", explanando sobre a Campanha da Fraternidade 2011. Agora, leia e divulgue a revista para alimentar-se de fé, esperança e Amor.

02 fevereiro 2011

O Mílite de fevereiro


A revista O Mílite de fevereiro (edição 241) é quase toda dedicada à campanha "Diga Sim à Evangelização". Nela encontramos vários depoimentos da equipe comandada pelo frei Sebastião Benito Quaglio e também de leitores da revista, ouvintes das emissoras de rádio, telespectadores da TV Imaculada Conceição e internautas que acompanham pelo site que engloba tudo isso e muito mais. Todos contribuíram para que essa campanha fosse um sucesso. Os resultados foram muito favoráveis: 3061 novos mílites e a volta de 268 que não estavam mais colaborando. São campanhas como essa que fazem o Evangelho ser proclamado a mais pessoas, muitas já estavam afastadas da Igreja e não queriam mais saber de religião. A Milícia da Imaculada é assim: todos têm o dever de divulgá-la, não só os que trabalham diretamente nela, mas também todos os que são beneficiados com sua mensagem de fé, esperança e amor. Por isso, vamos divulgar cada vez mais essa obra que não é apenas o sonho realizado de são Maximiliano, ela já está gravada em nossos corações.

29 janeiro 2011

Mantenha distância...


Quando se viaja pelas rodovias, lê-se nas carrocerias dos caminhões: "mantenha distância"! É uma norma que ajuda a evitar acidentes.
Manter distância é necessário também nas relações interpessoais, sobretudo quando se quer ajudar alguém que lhe expõe os problemas que o afligem e para os quais não tem ainda saída. Com facilidade podemos entrar em empatia com a pessoa que sofre e sermos envolvidos pela nossa compaixão. E em nossa compaixão para com ela, nos confundirmos com os problemas dela. Seus sofrimentos podem despertar nossos sentimentos e a dor dela nos contagiar tanto, a ponto de perdermos o controle sobre a situação, nos sobrecarregarmos com os sofrimentos dela e não saber distinguir entre os problemas que ela apresenta e a pessoa que ela é. Nisto reside o perigo: tratar a pessoa e seus problemas como se fosse uma coisa só. Por isso, é necessário aprender a distinguir as coisas, separar o que é o problema, daquilo que a pessoa é!
Como regra geral, vale dizer que a pessoa é sempre maior do que seu problema. Portanto, mesmo que seja difícil, ela está em condições de enfrentá-los, mesmo porque, se não o fizer, ela é quem vai sofrer as consequências. E de um jeito ou do outro vai depender dela sair deles (problemas) ou continuar com eles. Daí que, quem quiser ajudar o outro a encontrar solução para suas dificuldades, não pode envolver-se nas emoções do sofredor e carregar-se dos mesmos sofrimentos. Seria não mais uma pessoa com problemas, mas duas com os mesmos problemas e sem a solução adequada. Isso não quer dizer que se deva ser insensível. Ser capaz de compadecer-se é um dom, porém, isto não significa entrar na dor dela e absorvê-la para si. Aliás, Jesus, a mais compassiva de todas as pessoas, quando alguém vinha apresentar-lhe um problema, compadecia-se. Dava toda atenção, curava, ensinava, mas não levava o problema da pessoa consigo. Mantinha distância entre o problema e a pessoa.
Lidar com os problemas emocionais dos outros requer esse cuidado: manter distância! Assim se pode efetivamente abrir novos horizontes para que a pessoa saia do círculo vicioso em que seus problemas a enclausuraram. Isso que vale para os outros, vale também quando você quiser encontrar respostas para seus problemas. Primeira atitude é não confundir-se com eles. Tomar distância ajuda a vê-los com mais objetividade, possibilitando respostas mais realistas, e isto permite manter também mais controle sobre si e seus sofrimentos.
Manter distância: eis um segredinho que pode ser útil em muitas ocasiões, não só nas rodovias, mas também ao longo do caminho que sua vida vai percorrendo! Por isso, mantenha distância, para poder estar muito próximo de quem o procura para buscar alívio para seus sofrimentos!
__________________________________
Padre Deolino Pedro Baldissera
O Mílite (Ed. 214 - setembro, 2008)

O segredo do bambueiro


Todos conhecem pés de bambu. Os bambus nunca vivem sozinhos. Se você planta uma muda só, logo, logo ele cria outros rebentos e aos poucos forma uma touceira. Nas touceiras, existem hastes de diferentes tamanhos, espessuras, idades e todos, segundo suas proporções, balançam ao sabor do vento com leveza ou com grunhidos quando uma toca na outra, mas sempre na direção do céu. Há hastes que crescem, engrossam mais que outras, mas todas encontram seu espaço vital, desfrutam de claridade suficiente para se desenvolver e na medida em que crescem naturalmente vão soltando seus revestimentos que envolvem seus gomos. Com o passar do tempo, aqueles que nasceram primeiro vão secando e dando lugar aos outros que vão nascendo e assim o bambueiro vai se eternizando. Eles sempre se renovam, o verde está sempre presente e é bonito olhar os bambus; embora eles se tornem muitos, todos convivem bem, apesar do vento que causa de vez em quando uma certa choradeira entre eles, mas passada a ventania, eles voltam a sua paz e seguem seu ciclo vital. Há, porém, um segredo que os mantém vivos e ele se esconde sob suas raízes! Dizem que os bambus, quando nascem espontaneamente, nascem em solos onde há água nas suas subjacências. Eles precisam muito dela para viver, e isto é um segredo que eles passam de geração em geração; longe da água eles vivem menos tempo e não ficam tão viçosos. Perto dela, eles vingam melhor e preservam suas origens, e sempre crescem em direção ao céu, embora olhando para a terra!
Fico imaginando que os bambus em muitos aspectos se assemelham aos humanos! Como eles, nós também não vivemos sós. Aliás, se alguém quiser viver só, logo, logo se estafa, se deprime, fica triste e adoece. Porque nós humanos somos feitos para viver juntos, como famílias, como grupos, como sociedade. Como os bambueiros, precisamos aceitar a convivência entre tamanhos e idades diferentes e, como eles, também sofremos de vez em quando atritos e revezes causados pelos contratempos. E nesse ponto temos algo a mais para aprender dos bambus! Nós humanos temos dificuldade de lidar com os conflitos, quando as ventanias da vida fazem balançar o equilíbrio que existia. Os bambus retomam à paz tão logo o vento cesse; nós humanos costumamos guardar rancores e falar mal uns dos outros, criando um ambiente onde a paz desaparece. Somos muito ambiciosos, queremos as coisas só para nós e aí criamos um individualismo e subjetivismo danados.
É difícil viver sem paz, a vida se torna pesada e fechada, os horizontes ficam estreitos e cada um no seu mundinho fica reclamando de suas insatisfações. Nos bambueiros é normal que cada um ceda espaço para o outro e perca um pouco de suas proteções. Suas cascas caem na medida em que eles vão ficando maiores e mostram sem vergonha seus meses e seus anos, vivendo intensamente seus dias. Nós humanos queremos conservar nossas aparências e resistimos em nos desfazer daquilo que não serve mais, perder nossas cascas, nossas proteções infantis, e por ISSO nem sempre crescemos para a maturidade como poderíamos e os horizontes ficam menores.
Os bambus são espertos, eles nunca se afastam das fontes de água que os alimenta. Nós humanos, às vezes, somos tão autossuficientes que achamos que podemos viver sem a força que sustenta a vida, que não está dentro de nós, mas precisamos acolhê-la para que se torne nossa força interna e nos faça crescer em transcendência, como os bambus que crescem em direção ao céu, alimentados pelo segredo da vida que está em suas raízes!
__________________________________
Padre Deolino Pedro Baldissera
O Mílite (Ed. 215 - outubro, 2008)